Vejam o video abaixo, foram usadas cenas de um filme, a ideia é muito boa e criativa, valorizem seus trabalhos.
terça-feira, 26 de junho de 2012
quinta-feira, 21 de junho de 2012
OQUE É O ISO NA MINHA CAMERA?
Se você é um pouco mais curioso, já deve ter notado uma opção nas configurações da sua máquina, chamada ISO. Os antigos filmes fotográficos também vinham com essa informação marcada na caixa, chamado também de ASA. Mas, para que exatamente serve o ISO, e como é possível tirar melhores fotografias usando adequadamente este recurso?
Responder a primeira pergunta pode, à primeira vista, parecer bem simples. ISO é a sensibilidade do filme (ou no caso da fotografia digital, do sensor) à luz. Quanto menor o número, menor é essa sensibilidade. Consequentemente, é preciso muito mais luz para a fotografia ficar clara. Se o ISO é aumentado, a sensibilidade do filme, ou sensor, aumenta também e com menos luz é possível captar a cena desejada.
Porém, existem consequências. Um ISO baixo capta pouca luz, porém quase não apresenta ruído (aqueles pontinhos granulados, geralmente nas áreas mais escuras da foto) e os contornos ficam mais nítidos. Já um ISO maior, apesar de permitir fotografar com pouca luz, gera um ruído perceptível e prejudica a nitidez dos detalhes, o que pode arruinar uma boa fotografia. Veja a comparação:
Use o ISO ao seu favor
Agora que você já sabe o que é, é preciso aprender a controlar essa ferramenta, para garantir as melhores fotografias. Antes de tudo, é preciso lembrar que, se você usar um ISO baixo em um ambiente com pouca luz e quiser uma imagem clara, o obturador da câmera precisa ficar mais tempo aberto, e as chances da imagem ficar tremida são bem maiores.
Uma maneira de descobrir o melhor número ISO para cada situação é respondendo a algumas perguntas simples, sobre quatro fatores essenciais: iluminação, propósito, apoio e movimento.
A iluminação é suficiente?
A primeira delas é quanta luz você tem no ambiente. Pense em uma escala: durante o dia, com sol forte e em ambiente aberto, seria um extremo da escala. Já um ambiente fechado e com pouca iluminação, como um teatro apenas com as luzes do palco ou um barzinho à meia luz, seria o outro extremo. Quando mais luz, menor pode ser ISO. Com pouca luz, use um ISO maior.
Não é uma regra, porém é quase certo que ambientes fechados tenham uma iluminação média ou baixa. Isso acontece porque raramente as luzes instaladas neste tipo de lugar vão conseguir simular a luz solar. Essa é a pergunta principal a se fazer, portanto gaste um tempo fazendo testes em diferentes ambientes para se habituar a esta variável.A fotografia pode conter ruídos?
Saber o propósito da foto ajuda muito na hora de decidir o número ISO a ser usado. Por exemplo, imagens profissionais não podem apresentar ruídos, portanto o mais certo a se fazer é usar o menor ISO possível e uma iluminação reforçada. Por outro lado, fotografias caseiras não precisam necessariamente ser perfeitas, e um pouco de ruído não estragaria o seu propósito.
Outro ponto a ser analisado é o uso do flash. Muitas situações pedem que você não use o flash, para poder obter uma fotografia mais bonita. Além disso, museus, igrejas e outros ambientes parecidos obrigam a não utilização deste artificio.
Pense sempre no uso que você fará da imagem, e se uma fotografia granulada estraga isso. Se a resposta para essa questão for afirmativa, use um ISO baixo. Se não, pode contar com a ajudinha dessa ferramenta e usar um ISO um pouco maior.
Fonte: http://www.tecmundo.com.br/
Fonte: http://www.tecmundo.com.br/
terça-feira, 19 de junho de 2012
8 CURIOSIDADES SOBRE FOTOGRAFIA.
O pai da fotografia a batizou inicialmente com o nome “Heliografia”:
1)O químico francês Joseph-Nicephore Niépce, obteve as primeiras fotografias expondo placas metálicas a luz do sol, em 1818. Exatamente, devido a este procedimento utilizado, o processo foi chamado Heliografia, palavra derivada do idioma grego ( Helio= sol / Grafia=escrita ou desenho).
Anos depois em 1829 Niépce se torna amigo de Louis Daguerre e juntos tentam aperfeiçoar o experimento. Com a morte de Niépce em 1833, Daguerre continua sozinho sua busca pela fotografia ideal e em 1939, apresenta na Academia de Ciência e Belas Artes da França, a imagem feita com o seu Daguerreotipo.
Primeira fotografia realizada com o daguerreotipo de Louis Daguerre
2)O primeiro livro ilustrado com fotografias se chamava Pencil of Nature:
Foi publicado em Londres entre 1844 e 1846, com uma edição limitada de seis exemplares. Seu autor, Henry Fox Talbot, anunciava em suas páginas o “início de uma nova arte” e mostrava suas potenciais aplicações na ciência e tecnologia.
3)A fotografia Forense nasceu em 1866, criada pelo escocês Allan Pinkerton:
Pinkerton, após mudar-se para os EUA se converteu no primeiro detetive de Chicago, colocando em prática a fotografia criminal para reconhecer os delinquentes, disciplina que posteriormente passou a chamar fotografia judicial e que hoje conhecemos como fotografia forense. Seu objetivo era demonstrar tudo que escapava ao olho humano em uma investigação criminal.
4)“Vocês apertam o botão, nós fazemos o resto” foi o slogan utilizado para as vendas das primeiras câmeras fotográficas populares:
Se tratava de uma câmera de fácil manuseio, comercializada pela Eastman Kodak Company, que se vendia em 1888 carregada com um rolo de filmes para 100 fotos. Uma vez terminado, se enviava a câmera para a Kodak, que revelava as fotografias e devolvia ao dono carregada novamente com outro filme. Sua chegada ao mercado popularizou a fotografia.
5)As crianças mostram um talento natural para a fotografia:
Essa foi a conclusão de um estudo realizado em 2002 pela Universidade de Birmingham/Inglaterra. Os investigadores também comprovaram que o motivo escolhido pelos fotógrafos mirins evolui com o passar dos anos. Aos quatro anos escolhem fotografar elementos emocionais, como seus pais, ou imagens visualmente estimulantes com cores brilhantes. A partir dos 11 anos, se observa uma tendência a fotografia de espaços naturais e abertos, buscando elementos esteticamente atrativos. Ao chegar a adolescência, a fotografia se converte em um atividade social que ajuda a relacionar-se com os amigos.
6)O primeiro produto químico fotossensível utilizado foi o Betume da Judéia:
Este elemento químico natural conhecido desde a antiguidade, era obtido da superfície do mar, de onde emergia desde o fundo. No século XIX começou a ser extraído também das pedras betuminosas. Tradicionalmente era utilizado para embalsamar as múmias egípcias, para a calefação dos barcos e para o nivelamento na antiga Babilônia. Foi Niépce que comprovou sua sensibilidade a luz. Na prática, o betume se endurece e branqueia quando exposto a luz depois de algumas horas e exatamente por este fato, a primeira fotografia teve que ficar nada mais, nada menos, que oito horas sob a luz do sol.
7)Robert Capa foi o fotógrafo de guerra mais famoso do século XX
Foi durante a Guerra Civil espanhola que Capa registrou, talvez, a sua mais importante fotografia de guerra. “O Soldado Caído”, registrou o momento exato do miliciano Federico Borrel ao ser atingido por um franco-atirador em Córdoba em 1936 tornando-se a imagem ícone deste combate que deixou Capa mundialmente famoso.
"O Soldado Caído" fotografia de Robert Capa em 1936
8)Ver a fotografia da pessoa amada diminui a dor:
Explorando o cérebro de 15 voluntários com a ajuda da ressonância magnética, Arthur Aron, da Universidade de Psicologia de Nova Iorque, demonstrou que as áreas do cérebro ativadas após ver a fotografia da pessoa amada, podem reduzir em até 44% da dor, a exemplo do remédio Paracetamol.
Fonte:www.en/wikipedia.com
terça-feira, 12 de junho de 2012
ILUMINAÇÃO
Video sofre iluminaçao fotografica, esse video nos ensinara a diferenciar e trabalhar com a iluminação.
Esse video foi gentilmente autorizado pelo Gustavo, trata-se de um Trabalho de Conclusão de Curso de Mídia Eletrônica/ Faculdades ASSESC - Produzido pelo aluno Gustavo Esser Schmidt .
http://youtu.be/0p0yAtvZ-qY
Obrigado Gustavo.
Esse video foi gentilmente autorizado pelo Gustavo, trata-se de um Trabalho de Conclusão de Curso de Mídia Eletrônica/ Faculdades ASSESC - Produzido pelo aluno Gustavo Esser Schmidt .
http://youtu.be/0p0yAtvZ-qY
Obrigado Gustavo.
sábado, 9 de junho de 2012
A 1ª CAMERA DIGITAL DO MUNDO.
Voltando um pouco no tempo, mais exatamente para o ano de 1975, vamos encontrar Steve Sasson em seu laboratório na Eastman Kodak Company, unindo dispositivos analógicos e digitais juntamente com uma lente de câmera Super 8, para criar o que se considera a primeira câmera digital do mundo. O trambolho, que gravava as imagens em uma fita cassete, usava um revolucionário sensor chamado CCD (hoje muito comum) e levava 23 segundos para formar uma imagem com 100 linhas em preto e branco. Como a câmera não possuía LCD, era necessário colocar a fita cassete em um reprodutor portátil ligado a um computador que exibia a imagem em uma tela de TV.
A engenhoca foi mostrada para executivos da Kodak em 1976 com o nome de "Fotografia sem Filme". Como a idéia não vingou, muito provavelmente a possibilidade de se fazer fotografia sem filme não deve ter animado os executivos da maior fabricante de filmes e produtos químicos para fotografia. Como a idéia não vingou, muito provavelmente a possibilidade de se fazer fotografia sem filme não deve ter animado os executivos da maior fabricante de filmes e produtos químicos para fotografia. De uma maneira irônica, hoje a companhia luta para se reinventar por conta do mercado digital. A notícia mais recente vinda dos "iluminados" executivos da empresa é que eles vão voltar a produzir filmes fotográficos para os mercados pobres do mundo.
Pena que a tecnologia digital já está acessível para quase todas as camadas sociais.
O projeto foi patenteado em 1976, mas somente em 2001 a Kodak assumiu publicamente que teve em suas mãos a primeira câmera fotográfica digital do mundo. Infelizmente eles perderam o bonde da história.
A engenhoca foi mostrada para executivos da Kodak em 1976 com o nome de "Fotografia sem Filme". Como a idéia não vingou, muito provavelmente a possibilidade de se fazer fotografia sem filme não deve ter animado os executivos da maior fabricante de filmes e produtos químicos para fotografia. Como a idéia não vingou, muito provavelmente a possibilidade de se fazer fotografia sem filme não deve ter animado os executivos da maior fabricante de filmes e produtos químicos para fotografia. De uma maneira irônica, hoje a companhia luta para se reinventar por conta do mercado digital. A notícia mais recente vinda dos "iluminados" executivos da empresa é que eles vão voltar a produzir filmes fotográficos para os mercados pobres do mundo.
Pena que a tecnologia digital já está acessível para quase todas as camadas sociais.
O projeto foi patenteado em 1976, mas somente em 2001 a Kodak assumiu publicamente que teve em suas mãos a primeira câmera fotográfica digital do mundo. Infelizmente eles perderam o bonde da história.
sexta-feira, 8 de junho de 2012
O FIM DA KODAK
A Eastman Kodak Company é uma empresa multinacional dedicada ao design, produção e comercialização de equipamentos fotográficos profissionais, amadores e para as áreas de saúde. Foi fundada por George Eastman, o inventor do filme fotográfico, em 1888.
No primeiro dia do ano de 1881, George Eastman e Henry A. Strong formaram a Eastman Dry Plate Company. Eastman deixou o seu emprego em um banco para dedicar-se inteiramente ao novo projeto, fazendo pesquisas intensas com a intenção de simplificar a fotografia. Em 1888, ele lançou a câmera KODAK, tornando a base da fotografia acessível a todos.
A nova câmera podia ser transportada para qualquer lugar com facilidade. Era pré-carregada com filme suficiente para cem poses. Após a exposição, retornavam a Rochester, onde o filme era revelado.
Em 1884, a parceria de Eastman e Strong formou a nova companhia Eastman Dry Place and Film Company. Em 1889, formou-se a Eastman Company e, a partir de 1892 passou a se chamar Eastman Kodak Company e passou a distribuir mundialmente seus produtos. Isso precisou, logicamente, de uma forte campanha publicitária.
Hoje, a Kodak possui operações de manufatura na América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia, e os produtos Kodak estão disponíveis em praticamente todos os países.
Em 2012, segundo o The Wall Street Journal a empresa estaria se preparando para solicitar sua falência[1], o que se confirmou em 19 de janeiro de 2012, quando a Kodak apresentou perante um tribunal de Nova Iorque um pedido de concordata para reorganizar seus negócios.[2]
Em Fevereiro de 2012 anunica que deixara de fabricar câmeras digitais de foto e video e também no segundo semestre de 2012[3]
No primeiro dia do ano de 1881, George Eastman e Henry A. Strong formaram a Eastman Dry Plate Company. Eastman deixou o seu emprego em um banco para dedicar-se inteiramente ao novo projeto, fazendo pesquisas intensas com a intenção de simplificar a fotografia. Em 1888, ele lançou a câmera KODAK, tornando a base da fotografia acessível a todos.
A nova câmera podia ser transportada para qualquer lugar com facilidade. Era pré-carregada com filme suficiente para cem poses. Após a exposição, retornavam a Rochester, onde o filme era revelado.
Em 1884, a parceria de Eastman e Strong formou a nova companhia Eastman Dry Place and Film Company. Em 1889, formou-se a Eastman Company e, a partir de 1892 passou a se chamar Eastman Kodak Company e passou a distribuir mundialmente seus produtos. Isso precisou, logicamente, de uma forte campanha publicitária.
Eastman entendia que para atingir o sucesso de seu empreendimento, era necessário suprir as necessidades e desejos de seus consumidores. E foi investindo e reinvestindo em desenvolvimento através de pesquisas e na construção e extensão dos negócios que ele começou alavancar a sua história.
Em 1900, centros de distribuição foram estabelecidos na França, Alemanha, Itália e outros países da Europa. Uma unidade no Japão estava sendo considerada ao mesmo tempo em que a unidade do Canadá era construída.
Desde 1900 já fazia câmeras fotográficas modernas na época. A Kodak produziu sua primeira câmera digital na década de 1990. O software da companhia chama-se EasyShare.Hoje, a Kodak possui operações de manufatura na América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia, e os produtos Kodak estão disponíveis em praticamente todos os países.
Em 2012, segundo o The Wall Street Journal a empresa estaria se preparando para solicitar sua falência[1], o que se confirmou em 19 de janeiro de 2012, quando a Kodak apresentou perante um tribunal de Nova Iorque um pedido de concordata para reorganizar seus negócios.[2]
Em Fevereiro de 2012 anunica que deixara de fabricar câmeras digitais de foto e video e também no segundo semestre de 2012[3]MODOS DE EXPOSIÇÃO
Em fotografia, modo de exposição abrange modo de fotografia e modo de cena, que se referem às possibilidades de uma câmera fotográfica digital ser operada manualmente, ou então, de capturar imagens levando em conta um determinado tipo de cenário, ou ainda, para obter imagem com um efeito desejado.
O modo manual é uma opção disponível quase exclusivamente em câmeras de uso profissional. Já os modos de cena, ao contrário, estão mais presentes e em maior número em câmeras compactas de uso mais comum, com algumas dessas câmeras oferecendo mais de duas dezenas de opções de modo de cena.
Um botão de modos de exposição que costuma equipar câmeras profissionais e populares é o dial de modos, que dá acesso rápido aos comandos manuais da câmera e ao controle da exposição através da seleção dos modos de cena. Os modos de cena, quando muitos, costumam ser oferecidos através de um menu de modos.
O botão de seleção de modos
Um dial genérico apresenta um modo automático auto dividindo os modos em duas partes: os modos de fotografia e os modos de cena.
Os modos de fotografia estão presentes, na maioria das câmeras para profissionais e amadores avançados, no dial de modos que dá acesso rápido a modos básicos de fotografia: o modo manual (M), o modo programado (P), o modo prioridade de velocidade (S) e o modo prioridade de abertura (A). Esses são os modos nobres da fotografia que a Kodak abriga sob a denominação de modo criativo.[2]
As câmeras profissionais do tipo SLR costumam contar com modos de cena pré-programados básicos acessíveis pelo dial. Geralmente, são os modos esportivo, retrato, noturno, paisagem, praia e neve e um modo programável pelo usuário.
Algumas vezes, o dial de modos tem um ponto de entrada para o menu de modos de cenas, geralmente pelo ponto marcado como SCN.
Resumo dos modos de exposição
Modos de fotografia
Os modos de cena mais comuns como Retrato, Paisagem, Esportivo e Praia ou Neve têm suas ações mais ou menos bem definidas e conhecidas pelos fotógrafos; outros modos de cena, menos comuns, têm merecido pouca divulgação pelos seus criadores.
O modo manual é uma opção disponível quase exclusivamente em câmeras de uso profissional. Já os modos de cena, ao contrário, estão mais presentes e em maior número em câmeras compactas de uso mais comum, com algumas dessas câmeras oferecendo mais de duas dezenas de opções de modo de cena.
Um botão de modos de exposição que costuma equipar câmeras profissionais e populares é o dial de modos, que dá acesso rápido aos comandos manuais da câmera e ao controle da exposição através da seleção dos modos de cena. Os modos de cena, quando muitos, costumam ser oferecidos através de um menu de modos.
Evolução das câmeras e dos modos de exposição
Os modos de fotografia como prioridade de velocidade e prioridade de abertura, sendo maneiras próprias de obter fotos com um determinado efeito, são tão antigas quanto as câmeras; já os modos de cena representam um avanço na captura de imagens digitais por acrescentarem uma certa personalidade ao modo impessoal e automatizado de capturar imagens e que muitas vezes leva a resultados tecnicamente superiores.
- Na primeira metade do século XX o recurso automático incorporado à maioria das câmeras fotográficas era o disparador temporizado. Havia também algumas câmeras panorâmicas, porém, de uso muito restrito.
- Em 1962 surgiu o modo de fotografia prioridade de abertura integrando a câmera Olympus Pen EES,[1] seguido do modo prioridade de velocidade alguns anos depois.
- Em 1996, vários fabricantes de câmeras fotográficas uniram esforços e desenvolveram o Advanced Photo System (APS) que propiciou o surgimento de câmeras totalmente automatizadas do tipo "apontar-e-disparar".
- Por volta do ano 2003 as câmeras digitais ofereciam a funcionalidade das câmeras APS, totalmente automatizadas, mas já oferecendo modos de cena diversificados cobrindo um horizonte mais amplo. Ao mesmo tempo, tomavam o lugar das câmeras analógicas, assumindo a funcionalidade das câmeras clássicas.
Um dial genérico apresenta um modo automático auto dividindo os modos em duas partes: os modos de fotografia e os modos de cena.
Os modos de fotografia estão presentes, na maioria das câmeras para profissionais e amadores avançados, no dial de modos que dá acesso rápido a modos básicos de fotografia: o modo manual (M), o modo programado (P), o modo prioridade de velocidade (S) e o modo prioridade de abertura (A). Esses são os modos nobres da fotografia que a Kodak abriga sob a denominação de modo criativo.[2]
As câmeras profissionais do tipo SLR costumam contar com modos de cena pré-programados básicos acessíveis pelo dial. Geralmente, são os modos esportivo, retrato, noturno, paisagem, praia e neve e um modo programável pelo usuário.
Algumas vezes, o dial de modos tem um ponto de entrada para o menu de modos de cenas, geralmente pelo ponto marcado como SCN.
Resumo dos modos de exposição
Modos de fotografia
- No modo Auto, a câmera assume o controle da abertura, velocidade, sensibilidade, do modo de medição, da iluminação, do balanço de cores, do foco, da estabilização da imagem para a máquina.
- O modo P (Program) permite controle parcial de velocidade e abertura.
- Modo S (Shutter speed) controla a velocidade, a abertura é recalculada automaticamente.
- Modo A (Aperture) controla a abertura do diafragma, a velocidade é recalculada automaticamente.
- O modo M (Manual) permite controle independente de velocidade e abertura.
Os modos de cena mais comuns como Retrato, Paisagem, Esportivo e Praia ou Neve têm suas ações mais ou menos bem definidas e conhecidas pelos fotógrafos; outros modos de cena, menos comuns, têm merecido pouca divulgação pelos seus criadores.
Tabela 1: Modos de cena mais comuns Modo de cena Descrição Ação esperada Auto A câmera entra em prontidão e fica à espera do aperto do botão de disparo para capturar uma imagem. A câmera põe seus sensores em ação e auto-ajusta abertura, velocidade, sensibilidade, fotometria, iluminação, balanço de cores, foco e estabilização da câmera de acordo com o programa padrão definido pelo fabricante da câmera. Esporte ou Ação Adequa a câmera para capturar imagens em movimento relativo Aumento da sensibilidade para usar altas velocidades de captura de objetos. Paisagem Condiciona a câmera a obter imagem com nitidez se estendendo do primeiro plano até o infinito. Diminuição da velocidade para usar pequenas aberturas, que dão mais nitidez em profundidade. Retrato Dá destaque à pessoa fotografada tirando o foco do resto da cena. Aumento da abertura para obter um fundo desfocado. Praia ou Neve Neutraliza a tendência da câmera de capturar imagens escurecidas em ambientes muito claros. Aumento da abertura para obter brancos mais puros. Paisagem Noturna Neutraliza a tendência da câmera de capturar imagens brilhantes em ambientes muito escuros. Menos exposição para evitar ofuscamento. Interiores Neutraliza a tendência da câmera de capturar imagens escurecidas em ambientes muito claros e aviva as cores. Condicionamento do balanço de cores para luz de lâmpadas incandescentes e fluorescentes; acionamento o estabilizador de imagem. Auto-retrato Fotografia com câmera montada sobre tripé e com disparo automático. Acionamento do disparador com retardo programado.
| Modo de cena | Descrição | Ação esperada |
|---|---|---|
| Auto | A câmera entra em prontidão e fica à espera do aperto do botão de disparo para capturar uma imagem. | A câmera põe seus sensores em ação e auto-ajusta abertura, velocidade, sensibilidade, fotometria, iluminação, balanço de cores, foco e estabilização da câmera de acordo com o programa padrão definido pelo fabricante da câmera. |
| Esporte ou Ação | Adequa a câmera para capturar imagens em movimento relativo | Aumento da sensibilidade para usar altas velocidades de captura de objetos. |
| Paisagem | Condiciona a câmera a obter imagem com nitidez se estendendo do primeiro plano até o infinito. | Diminuição da velocidade para usar pequenas aberturas, que dão mais nitidez em profundidade. |
| Retrato | Dá destaque à pessoa fotografada tirando o foco do resto da cena. | Aumento da abertura para obter um fundo desfocado. |
| Praia ou Neve | Neutraliza a tendência da câmera de capturar imagens escurecidas em ambientes muito claros. | Aumento da abertura para obter brancos mais puros. |
| Paisagem Noturna | Neutraliza a tendência da câmera de capturar imagens brilhantes em ambientes muito escuros. | Menos exposição para evitar ofuscamento. |
| Interiores | Neutraliza a tendência da câmera de capturar imagens escurecidas em ambientes muito claros e aviva as cores. | Condicionamento do balanço de cores para luz de lâmpadas incandescentes e fluorescentes; acionamento o estabilizador de imagem. |
| Auto-retrato | Fotografia com câmera montada sobre tripé e com disparo automático. | Acionamento do disparador com retardo programado |
| Modo de cena | Descrição | Ação esperada |
|---|---|---|
| Auto | A câmera entra em prontidão e fica à espera do aperto do botão de disparo para capturar uma imagem. | A câmera põe seus sensores em ação e auto-ajusta abertura, velocidade, sensibilidade, fotometria, iluminação, balanço de cores, foco e estabilização da câmera de acordo com o programa padrão definido pelo fabricante da câmera. |
| Esporte ou Ação | Adequa a câmera para capturar imagens em movimento relativo | Aumento da sensibilidade para usar altas velocidades de captura de objetos. |
| Paisagem | Condiciona a câmera a obter imagem com nitidez se estendendo do primeiro plano até o infinito. | Diminuição da velocidade para usar pequenas aberturas, que dão mais nitidez em profundidade. |
| Retrato | Dá destaque à pessoa fotografada tirando o foco do resto da cena. | Aumento da abertura para obter um fundo desfocado. |
| Praia ou Neve | Neutraliza a tendência da câmera de capturar imagens escurecidas em ambientes muito claros. | Aumento da abertura para obter brancos mais puros. |
| Paisagem Noturna | Neutraliza a tendência da câmera de capturar imagens brilhantes em ambientes muito escuros. | Menos exposição para evitar ofuscamento. |
| Interiores | Neutraliza a tendência da câmera de capturar imagens escurecidas em ambientes muito claros e aviva as cores. | Condicionamento do balanço de cores para luz de lâmpadas incandescentes e fluorescentes; acionamento o estabilizador de imagem. |
| Auto-retrato | Fotografia com câmera montada sobre tripé e com disparo automático. | Acionamento do disparador com retardo programado |
Macrofotografia
A Fotografia MACRO é a fotografia de pequenos seres e objectos ou detalhes que normalmente passam despercebidos no nosso dia-a-dia;são fotografados em seu tamanho natural ou levemente aumentados através de aproximação da câmera ou fazendo uso de acessórios destinados a este tipo de fotografia; as macrofotografias são exibidas em tamanho bastante ampliado para maior impacto visual.
Classicamente, o campo da macrofotografia está delimitado pela captura de imagens em escala natural ou aumentada em até cerca de dez vezes seu tamanho natural (entre 1:1 e 10:1 de ampliação), mas uma definição precisa está cada vez mais difícil, uma vez que as muitas câmeras digitais usam sensores diminutos. Por outro lado, muitas fotos são obtidas à distância, com o uso de teleobjetivas para captura da imagem, e nem por isso a foto capturada deixa de ser uma macrofotografia.
Técnicas e acessórios
A maioria das câmeras digitais compactas são capazes de capturar imagens em macro ou close-up por simples aproximação da câmera e ativação de sua função "macro".
Já as câmeras dSLR herdaram das câmeras 35 mm diversos acessórios específicos para macrofotografia como objetivas macro, foles e tubos de extensão, lentes close-up, anéis de inversão, etc.
Cada um deles com suas vantagens e desvantagens:
Técnicas e acessórios
A maioria das câmeras digitais compactas são capazes de capturar imagens em macro ou close-up por simples aproximação da câmera e ativação de sua função "macro".
Já as câmeras dSLR herdaram das câmeras 35 mm diversos acessórios específicos para macrofotografia como objetivas macro, foles e tubos de extensão, lentes close-up, anéis de inversão, etc.
Cada um deles com suas vantagens e desvantagens:
- As objetivas macro são objetivas projetadas para focalizar a distâncias curtas e fixas, em escala natural, algumas provocando algum aumento no tamanho natural.
- Os foles ou tubos de extensão aproveitam a objetiva normal ou macro da câmera SLR, proporcionando um aumento maior, dependendo da objetiva e extensão usada.
- Os anéis de inversão (ou de reversão) são dispositivos que permitem montar a objetiva SLR invertida para obter ganhos significativos na ampliação.
- Lentes close-up diminuem a distância mínima de foco e com isso permitem o aumento da imagem obtida.
- Os flashes circulares (em inglês, ring flash), são ideais (quando não são absolutamente necessários) para iluminação em macrofotografia por serem colocados na frente da lente, não criando sombras indesejadas. Outra opção é o uso de um ou mais cabeças de flash, colocados fora da sapata da câmera, para melhor posicionamento da luz.
- Tripés asseguram nitidez nas imagens, evitando tremores de câmera, mais utilizados na macrofotografia em estúdio.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
O que é Diafragma?
É uma íris dentro da lente. Ela funciona mais ou menos como a nossa pupila. Com muita luz ela se fecha e com pouca luz ela se abre. Seu tamanho é medido em f/stops e quanto menor o número maior é a abertura. Então uma lente em f/2,0 está com o diafragma bem aberto, para ser usado em situações de pouca luz e um diafragma em f/32 está bem fechado, usado em situações com muita luz. A abertura do diafragma influencia diretamente a profundidade de campo, que é aquele desfoque que ocorre atrás do assunto focado. Se o diafragma estiver bem aberto você vai ter pouca profundidade de campo e tudo que estiver na parte da frente e na parte de trás do objeto fotografado vai estar desfocado. Com o diafragma bem fechado toda a foto vai ficar nítida.
O que é Obturador?
Obturador
O obturador é uma cortina que se abre e fecha permitindo a entrada da luz. Sua velocidade é medida em frações de segundos. Quanto menor a velocidade, maior é a quantidade de luz que atinge o sensor ou o filme. A velocidade do obturador é importante em momentos onde a ação se desenrola de maneira rápida. Objetos em movimento necessitam de uma alta velocidade de obturação (a partir de 1/500 avos de segundo) para que não saiam borradas, enquanto objetos em repouso podem usar velocidades mais lentas. Muitas câmeras compactas não possuem um obturador mecânico, sendo que a velocidade de captura é simulada pela ativação do sensor. Algumas DSLR da Nikon possuem um obturador híbrido, onde a velocidade de captura e conseguida através do acionamento mecânico e do sensor, conseguindo assim um menor desgaste do obturador e um conseqüente aumento de sua vida útil.
O obturador é uma cortina que se abre e fecha permitindo a entrada da luz. Sua velocidade é medida em frações de segundos. Quanto menor a velocidade, maior é a quantidade de luz que atinge o sensor ou o filme. A velocidade do obturador é importante em momentos onde a ação se desenrola de maneira rápida. Objetos em movimento necessitam de uma alta velocidade de obturação (a partir de 1/500 avos de segundo) para que não saiam borradas, enquanto objetos em repouso podem usar velocidades mais lentas. Muitas câmeras compactas não possuem um obturador mecânico, sendo que a velocidade de captura é simulada pela ativação do sensor. Algumas DSLR da Nikon possuem um obturador híbrido, onde a velocidade de captura e conseguida através do acionamento mecânico e do sensor, conseguindo assim um menor desgaste do obturador e um conseqüente aumento de sua vida útil.
O que é Fotometria
Para o primeiro tópico, “O Que é Fotometria”, penso que o significado da palavra já nos mostra exatamente do que estamos falando, afinal foto significa luz e metria significa medição, portanto fotometria nada mais é do que o conjunto de técnicas e métodos para medir a luz, seja a luz ambiente, a do flash ou ambas ao mesmo tempo.
Para deixar claro a importância dos temas que serão tratados, esta sequência de artigos visa corrigir um grupo de situações muito comuns que provavelmente já foram vivenciadas por todos os fotógrafos, sejam iniciantes ou mais experientes, como momentos em que havia um belo céu azul à sua frente mas o mesmo saiu branco ou muito mais claro do que de fato era, ou ainda casos em que o flash foi usado e o primeiro plano ficou muito claro enquanto o restante da foto quase desapareceu de tão escuro.
Para deixar claro a importância dos temas que serão tratados, esta sequência de artigos visa corrigir um grupo de situações muito comuns que provavelmente já foram vivenciadas por todos os fotógrafos, sejam iniciantes ou mais experientes, como momentos em que havia um belo céu azul à sua frente mas o mesmo saiu branco ou muito mais claro do que de fato era, ou ainda casos em que o flash foi usado e o primeiro plano ficou muito claro enquanto o restante da foto quase desapareceu de tão escuro.
Esses problemas já aconteceram com todos os fotógrafos e mesmo alguns experientes profissionais ainda se deparam com situações de luz com as quais não conseguem lidar adequadamente para obter boas fotografias.
Profundidade de Campo
Em óptica, profundidade de campo é um efeito que descreve até que ponto objetos que estão mais ou menos perto do plano de foco aparentam estar nítidos. Regra geral, quanto menor for a abertura do diafragma/íris (maior o valor f/x), para uma mesma distância do objecto fotografado, maior será a distância do plano de foco a que os objetos podem estar enquanto permanecem nítidos.
De salientar que só pode existir um ponto focalizado, e a profundidade de campo gera uma impressão de focalização nos elementos contidos em diversos planos.
[editar]Obtenção da profundidade de campo
Efeito da abertura no foco e profundidade de campo. Os pontos em foco (2) projetam pontos no plano da imagem (5), mas pontos a diferentes distancias (1 e 3) projetam imagens desfocadas. Diminuindo a abertura (4) a intensidade do desfoque é reduzida em planos fora do ponto de focagem, tornando tal desfoque imperceptível. Com a abertura menor todos os pontos estarão dentro da profundidade de campo.
A profundidade de campo depende da abertura do diafragma (ou íris, para as câmeras de vídeo) e da proximidade que se está do objeto a ser fotografado ou filmado. O diafragma é um mecanismo da objetiva, composto por várias lâminas justapostas, e que regula a intensidade de luz que entra na câmera. Conforme é feita esta regulagem na intensidade de luz, ela afeta a nitidez entre os planos, ou seja, a profundidade de campo. A abertura do diafragma pode variar entre fechado e aberto, dependendo somente da objetiva utilizada para determinar os valores. Outro fator que afeta a profundidade de campo é a distancia focal da objetiva a ser utilizada. Quanto maior a distancia focal, maior será a área desfocada, e vice versa. Por esse motivo é impossível conseguir grandes áreas desfocadas com objetivas grande angulares.
O valor do diafragma se dá através de números, conhecidos como números f ou "f-stop", e seguem um padrão numérico universal, iniciando se em 1, 1.4, 2, 2.8, 4, 5.6, 8, 11, 16, 22, 32, 45 etc. Cada numeração é 1,4x mais elevada que sua antecessora, sendo que os valores menores são os que representam maiores aberturas, que permitem maior incidência de luz. Entretanto, são os que darão uma menor profundidade de campo. O inverso é verdadeiro, portanto, os valores maiores representam os que permitem menor incidência de luz, e darão maior profundidade de campo.
Nas objetivas intercambiáveis de câmeras SLR, ou simplesmente reflex, há um anel regulável onde girando-o à esquerda ou à direita, seleciona se o número f (ou abertura) que lhe proporcionará a profundidade de campo desejada. Os números f são sempre apresentados em uma escala padrão. Quanto maior esse número, maior a profundidade de campo e por consequência, os elementos em diferentes planos ficarão nítidos.
Porém, independentemente da abertura escolhida, a proximidade que se está do objeto a ser fotografado é determinante para se ter uma grande ou baixa profundidade de campo na fotografia. Quanto mais próximo se está do assunto a se fotografar, menor será a profundidade de campo que se obterá.
Regra dos terços
Regra dos Terços é uma técnica utilizada na fotografia para se obter melhores resultados. Para utilizá-la deve-se dividir a fotografia em 9 quadros, traçando 2 linhas horizontais e duas verticais imaginárias, e posicionando nos pontos de cruzamento o assunto que se deseja destacar para se obter uma foto equilibrada.
Oque é Fotografia?
Fotografia nada mais é do que a técnica de criar uma imagem por meio da exposição luminosa do papel A primeira fotografia que se tem notícia foi datada de 1826 e é atribuída ao francês Joseph Nicéphore Niépce. Porém a invenção da fotografia não é obra de uma só pessoa e sim um processo de acúmulo de avanços por parte de muitas pessoas.
Os avanços proporcionaram a criação do filme fotográfico colorido além de uma melhora na qualidade da imagem final, agilizando as etapas do processo de produção e a redução de custos, popularizando o uso da fotografia.
Atualmente a fotografia digital modificou totalmente o mundo da fotografia. Os equipamentos estão mais baratos e ao alcance de todos e já disponibilizam ao usuário médio recursos cada vez mais sofisticados, pra que ele obtenha uma maior qualidade de imagem e facilidade de uso.
Essa simplificação na captação, armazenagem, impressão e reprodução de imagens mais o ambiente digital facilita a integração com os recursos da informática como organização em álbuns, incorporação de imagens em documentos e distribuição via Internet. Tudo isso tem democratizado o uso da fotografia. Sem contar a incorporação da máquina fotográfica nos telefones celulares. O indivíduo tem cada vez mais controle sob a técnica.
A fotografia tornou-se um instrumento que possibilita que experiências pessoais se tornem eternas. Não precisa mais ser profissional para se ter uma câmera ou saber como tirar uma boa foto.
Os avanços proporcionaram a criação do filme fotográfico colorido além de uma melhora na qualidade da imagem final, agilizando as etapas do processo de produção e a redução de custos, popularizando o uso da fotografia.
Atualmente a fotografia digital modificou totalmente o mundo da fotografia. Os equipamentos estão mais baratos e ao alcance de todos e já disponibilizam ao usuário médio recursos cada vez mais sofisticados, pra que ele obtenha uma maior qualidade de imagem e facilidade de uso.
Essa simplificação na captação, armazenagem, impressão e reprodução de imagens mais o ambiente digital facilita a integração com os recursos da informática como organização em álbuns, incorporação de imagens em documentos e distribuição via Internet. Tudo isso tem democratizado o uso da fotografia. Sem contar a incorporação da máquina fotográfica nos telefones celulares. O indivíduo tem cada vez mais controle sob a técnica.
A fotografia tornou-se um instrumento que possibilita que experiências pessoais se tornem eternas. Não precisa mais ser profissional para se ter uma câmera ou saber como tirar uma boa foto.
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